terça-feira, setembro 18, 2007

Fugir do tempo

O tempo não pára?

Pára sim...
Digo-te que pára com toda a certeza
Num instante morto, golpe impiedoso.
É pára. Pára e transporta-te a um passado
Onde tudo te é válido, nada te é doloroso
Frágil transponível, és um livre não amado...

Situas-te nesse palco e decides o que queres.
Representar? Sim... Aproveitar tudo.
Todos os segundos que se perdem despercebidos
Incontáveis para os outros, agora talvez...
Tempo, leva-me de volta para lá mas não me acordes,
Ou mata-me já e acorda-me de vez...

Queres brincar com o tempo? Poucos conseguem escapar... Serás tu um dos génios?

Não consigo girar do 4º nível... Tips are very welcome...

5 comentários:

Dias disse...

Ha uns tempos (e como correm rapido os tempos por aqui...) li-te num conto a não sei quantas mãos, e achei-te piada.

Hoje respeitei-te.

Parabéns parceiro.

Abraço forte

Lídia Amorim disse...

muito bom... beijokas**

Bia disse...

belo poema...

Pratas disse...

Obrigado a todos...

Há anos que não escrevo "poemas", o Blog parece que está a fazer renascer algumas capacidades que já tinha quando era mais novo.

Sem Naufragar disse...

Bela descoberta pela noite adentro.
Costumava sonhar assim: tudo ou nada. Hoje, tenho a consciência crescente da necessidade do meio termo em planos que não controlamos (são a maiora parte!).
Obgd pela partilha ;)